O século e o Império

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O século e o Império: tempo, história e religião no Segundo Reinado
Felipe Ziotti Narita
Ed. Prismas / Ed. Appris, 2014 [ 273 p. ]
ISBN 978-85-8192-346-8
Col. Ciências Sociais (coord. Fabiano Santos, UERJ)

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“Em seu livro, Felipe Ziotti Narita apresenta a investigação de algumas dimensões da concepção de história presentes em compêndios escolares do período imperial brasileiro. O tempo histórico é pensado como a projeção de uma origem virtuosa que se desdobra sobre um presente norteado por um governo político-moral formador da nação. Aqui, o autor pretende articular a história da historiografia como história do ensino de história, centrando-se também em hipóteses extralinguísticas ao referenciar processos sociais que teriam marcado a formação sociopolítica do Brasil imperial e interferido nos parâmetros de escolarização do Império que definiram escolhas sobre uma ética historiográfica para a história a ser ensinada nas escolas do Segundo Império”
:: Alexander Martins Vianna, UFRJ.

“Felipe Ziotti Narita trata da noção de história presente nos livros para a formação da infância entre os anos de 1860 e 1880, escritos pelo cônego Fernandes Pinheiro, importante intelectual romântico. Ele contribui para compreendermos a permanência do sagrado na cultura oitocentista brasileira e seu papel na construção da ordem imperial mediante a difusão de uma cultura educacional eminentemente moral”
:: Danilo Ferretti, UFSJ.

“O trabalho que temos em mãos – O século e o Império – soma aos demais, de modo instigante, dois elementos que, em seu conjunto, são expressivos com relação ao tema: ensino e religião. […] Como o aprendizado do passado, ao conferir temporalidade e duração ao vivido, contribuía para solidificar os laços de pertencimento e continuidade entre gerações. Ou seja, a intenção de instruir em termos de conhecimento e educar em termos civilizacionais e moralizantes: demarcar a importância da formação moral, de que a religião constituía elemento fundamental, a ser buscada em termos de valores, hierarquia e comunhão de sentidos e sentimentos”
:: Marcia Naxara, Unesp.

 

© Felipe Ziotti Narita